Sexta economia mundial, sim. E agora?, por Joseildo Lima

27/12/11

O Brasil deixou de ser o patinho feio dos grandes países do mundo. O país de um eterno futuro, que nunca chegava, aparentemente deslanchou. O gigante não apenas acordou: levantou-se e caminha, ainda que lentamente, rumo a desafios cada vez maiores. Alguém já falou que grandeza e riqueza trazem consigo responsabilidades.

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Processos de tomada de decisão na política sueca, por Philipe Moura

31/10/11


Bandeira da Suécia

O presente artigo se propõe a analisar a estrutura decisória da política no Reino da Suécia, utilizando como exemplo o Ministério dos Assuntos Estrangeiros da Suécia. Para tanto, serão estudados os tomadores de decisão na política sueca, focando a abordagem no ambiente institucional nacional e analisando mais a fundo as especificidades do sistema sueco de decisão política. Com isso, pretende-se, por fim, ressaltar a antítese entre a concepção do sistema político sueco e a práxis.

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A CIBERSOCIEDADE ANÁRQUICA: análise do uso das TIC nos conflitos internacionais do século XXI à luz da Escola Inglesa de RI (parte 6 e final), por Gills Lopes

13/10/11


Sexta e última parte da série de artigos que aborda a utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nos conflitos internacionais deste início de século, analisando – à luz da Escola Inglesa de Relações Internacionais – suas importâncias para a política internacional.

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Ian Shapiro e as Críticas Políticas Antiiluministas, por Vico Melo

29/09/11



Este trabalho tem como base a obra de Ian Shapiro “Os fundamentos morais da política” (2006). Shapiro é professor de ciência política na Universidade de Yale, onde dirige o Center for International and Area Studies. É autor de diversos livros na área de política, dentre os quais destacam-se dois: Democratic Justice e Pathologies of Rational Choice Theory.
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O BRIC como desafio aos EUA: pode Washington se adaptar à emergência de uma ordem multipolar?, por Joseildo Lima e Fábio Franco

12/09/11

O presente artigo procura responder à questão que se apresenta desafiadora à hegemonia de Washington: os Estados Unidos podem se adaptar a um mundo plural e que em áreas como a econômico-comercial, não conseguem mais dominar? A conclusão a que chegamos é que sim. A despeito das mudanças no campo econômico, do ponto de vista militar e político os Estados Unidos ainda são a maior potência mundial e têm um papel importante nas transformações políticas que se desenham. Utilizamos neste trabalho a ideia do “xadrez tridimensional” de Joseph Nye para mostrar que, estando em plena gestação uma “nouvelle ordre”, na qual há uma redistribuição do poder econômico-comercial, haverá disputas por hegemonia e os EUA precisam se adaptar às novas vozes, sendo flexível, conciliador, escolhendo suas prioridades e reduzindo suas ambiguidades políticas. [Este artigo foi apresentado no XXVIII Congresso Internacional da ALAS, realizado em setembro/2011. Link original: http://www.sistemasmart.com.br/alas/arquivos/16_8_2011_20_4_50.pdf]

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[ARTIGO DO MÊS] O paradigma desenvolvimentista latino-americano à luz do conceito de desenvolvimento econômico, por Guilherme Dantas Nogueira

5/09/11


Esse texto analisa o paradigma desenvolvimentista de relações internacionais, instituído por países latino-americanos entre os anos 1930 e 1947 e seguido até a década de 1970, buscando verificar se as ações dos Estados em seu âmbito de fato visavam o desenvolvimento econômico. Para tanto, partiu-se da análise do conceito de desenvolvimento econômico, recuperado da literatura das Ciências Econômicas, e de sua confrontação tanto com a formação quanto com o desenrolar do paradigma desenvolvimentista de relações internacionais, conforme descrito, sobretudo, por Cervo (2001). Como resultado foi possível comprovar que as ações de política internacional dos Estados foram efetivamente direcionadas para seu desenvolvimento econômico durante o período em questão.

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O ciberespaço é o novo front: implicações para o pensamento estratégico, por Gills Lopes e Augusto Teixeira Jr.

26/08/11


Na qualidade de multiplicadores de força, as armas jogam um papel fundamental no conflito desde as primeiras coletividades humanas. Maior representante dessa perspectiva no século XX, as armas de destruição em massa podem extinguir o mundo por diversas vezes. Mas há outros vetores de força que, escondidos sob jargões tecnicistas e conhecidos por poucas comunidades epistêmicas, podem conduzir países a um embate de grandes proporções e infringir danos expressivos. A literatura refere-se a esse novo tipo de conflito como cyberwar. As guerras irregulares, estudadas nos âmbitos militar e acadêmico, demonstram que, apesar de o mundo não estar totalmente livre dos conflitos convencionais, os Estados estão cada vez mais preocupados em se preparar e defender de ameaças externas no campo real ou virtual. As cyberwars são modalidades estratégicas que se caracterizam pelo fato de atores estatais obterem informações privilegiadas e/ou desestabilizar determinado sistema gerenciador de informações baseadas em redes de computadores de um país, utilizando o ambiente cibernético. No limiar do século XXI, tais artifícios estão sendo utilizados, frequentemente, por Estados em ações político-estratégicas, em muitos casos, associados às guerras convencionais. Para compreender este fenômeno, analisaremos o emprego desse novo vetor de força nos casos “Rússia x Estônia” (2007) e “Rússia x Geórgia” (2008). Pretende-se com este trabalho demonstrar a necessidade de se trazer à tona o debate sobre o ambiente cibernético e os riscos e ameaças oriundos desse campo de ação humana em assuntos de guerra e paz.

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Anonymous, #AntiSec e a questão da liberdade no ciberespaço, por Gills Lopes

22/08/11


V de Vingança

Que ideias estão por trás dos ataques cibernéticos iniciados em junho deste ano? Quem está por trás delas? Quais são os alvos? Como os governos e as organizações internacionais têm reagido? E, principalmente, como a liberdade no ciberespaço pode ser identificada? Vale ressalvar que, por ser um trabalho introdutório, este texto não objetiva esmiuçar cada objeto, tema ou fato aqui versado.

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A CIBERSOCIEDADE ANÁRQUICA: análise do uso das TIC nos conflitos internacionais do século XXI à luz da Escola Inglesa de RI (parte 5), por Gills Lopes

5/08/11


Sendo uma subárea de Relações Internacionais (RI ou REL), a Segurança Internacional é um campo que apresenta enormes possibilidades e inferências internacionalistas: desde as de hard power (armamento e treinamento, por exemplo), passando por questões relacionadas a soft power (e.g.: gênero e migrações). O cerne desta série de textos mescla ambos os powers. Para melhor situá-lo, busca-se compreender como os estudos de defesa e de segurança tratam a questão das guerras assimétricas. Assim, torna-se menos hercúleo entender como esses mesmos campos abordam as problemáticas oriundas de uma nova topologia: o ciberespaço.

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Análise acerca das perspectivas de segurança indianas em seu entorno regional, por Fábio Franco

21/07/11

 

A mera percepção de ameaça é capaz de gerar uma espiral de hostilidades, disse Jervis. Concordando com essa premissa, o presente artigo procura fazer uma análise expositiva acerca das percepções indianas de segurança, focando em seu entorno regional no sudeste asiático, especificamente no Paquistão. A ideia central é apontar quais são as ameaças à segurança da Índia representadas (nos casos em que houver) por Islamabad. O estudo aqui apresentado, baseado numa metodologia dedutiva, fez uso de documentos oficiais do Ministério da Defesa da Índia e utiliza-se do Conflict Barometer do Heidelberg Institute for International Conflict Research para avaliar o nível de tensão entre Nova Déli e Islamabad. (leia mais…)


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